Na noite da
quarta-feira (09), o miniauditório do prédio de biologia do campus Cedeteg
recebeu o evento que debateu as novas diretrizes da base nacional comum
curricular nos cursos de licenciatura. O evento foi direcionando para membros
do Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos cursos de licenciatura dos campi
Cedeteg e Santa Cruz. “O MEC vem debatendo novas diretrizes, uma base
curricular comum nacional, e isso pode mudar alguma coisa no nosso ensino aqui
na universidade”, explica o chefe do departamento de biologia, professor João
Miranda.
Por ser ainda algo
novo, a mesa de discussões foi criada para que professores e membros do NDE
pudessem trocar informações sobre a nova base curricular. “Como é uma coisa um
pouco nova, nós estamos ainda sem saber exatamente quais são essas novas
diretrizes. Nós convidamos professores para apresentar uma mesa redonda para as
pessoas dos núcleos docentes dos departamentos para que assim, possamos
conhecer melhor essas diretrizes e saber exatamente para que lado vamos
trabalhar as nossas grades curriculares aqui na Universidade”, completa.
Aberto às discussões, o
evento contou com a presença da diretora de Ensino da Unicentro, Iris Yae
Tomita. Segundo ela, a importância de discutir temas como esse dentro das
universidades está, principalmente, em preparar as grades dos cursos de
licenciatura, pois eles formarão os futuros professores das escolas de ensino
fundamental e médio. “Nós entendemos que é um documento voltado para a educação
básica, mas nós temos os nossos cursos de licenciatura, que formam os
professores que vão lecionar nessa nova base. Nós da Pró-Reitoria de Ensino
estamos presentes nesse encontro, no sentido de apoiar iniciativas de
professores que estão dispostos a estudar e a debater, para contribuir com este
documento institucional”, comenta.
O assunto também
interessou a graduandos e mestrandos. “Isso interfere diretamente no nosso
futuro profissional. A alteração de grade vai interferir diretamente no modo em
que nós devemos exercer a nossa profissão enquanto historiadores”, ressalta
Pedro Dalla’Gnol, estudante do curso de história. Para Mônica Cristina Nunes,
mestranda em educação, essa discussão é uma oportunidade para que todos
conheçam os novos documentos. “Como todos os documentos que o MEC tenta colocar
para deixar uma coisa bem igualitária, essa base nacional comum é para isso. A
importância dessa discussão é para que todos saibam como fazer isso e como os
demais documentos foram feitos”, finaliza.
Informações e imagem Assessoria Unicentro
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