Fazer
políticas públicas para as mulheres envolve muitos aspectos, como a profissão,
saúde, segurança e sua restrição da liberdade. Durante este ano, diversas
entidades estão discutindo o 1º Plano Municipal de Políticas para as Mulheres
de Guarapuava, e para que esse instrumento alcance a população feminina, as
mulheres encarceradas não podem ficar de fora das políticas públicas. Por isso,
nessa sexta-feira (25), a vice-prefeita e Secretária de Políticas Públicas para
mulheres, Eva Schran, e a Deputada Estadual, Cristina Silvestri, estiveram na
Cadeia Pública de Guarapuava conhecendo as instalações e as condições. “No
Plano Municipal, planejamos as políticas públicas, para os próximos dez anos e
isso inclui as encarceradas. Enquanto elas estão privadas da liberdade, ainda
têm direitos ao serviço de saúde, acesso à educação e profissionalização. Nós,
enquanto poder público, podemos contribuir”, explica a vice-prefeita, Eva
Schran.
Diversas
demandas foram levantadas, como a construção de uma Casa de Custódia, que
segundo a Deputada, já está incluída no orçamento do Estado. “Tivemos uma
preocupação especial na formulação da Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado
do Paraná, de incluir a construção de um novo prédio da Cadeia Pública e
da Casa de Custódia. Isto já está feito”, ressaltou a Deputada, Cristina
Silvestri.
Além
da questão estrutural, a reunião focou também nos serviços de saúde que as
detentas recebem. Para que elas possam realizar os exames preventivos e
consultas ginecológicas, foi definida a organização de um mutirão de
regularização de documentos e cartão SUS para que elas possam ser atendidas no
serviço público de saúde. “Enquanto a estrutura é a mesma, precisamos
garantir que o mínimo de condições elas tenham dentro da prisão. Nosso papel,
enquanto agentes públicos, é de nos reunirmos para garantir que os serviços
cheguem a quem precisa”, finaliza Eva Schran.
Informações e imagem
Prefeitura de Guarapuava
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