Percentual foi de 57,3% em novembro, número menor que o do
mês de outubro, quando chegou a 57,7%. Há um ano, esse total era de 61%
O
número de famílias endividadas no Brasil atingiu o total de 57,3% em novembro,
o menor patamar desde julho de 2012. Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento
e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo (CNC), em outubro, esse total era de 57,7% e, há um
ano, era de 61%.
De
acordo com a CNC, as dívidas estão entre cheque pré-datado, cartão de crédito,
cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e
seguro.
O
percentual das famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu na
comparação mensal: de 23,8% para 23,4%. Já na comparação anual, no entanto,
houve um aumento: em novembro de 2015, o total era de 22,7%.
Em
relação ao mês passado, também caiu o percentual das famílias que declararam
não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto,
permaneceriam inadimplentes: 9,1% em novembro ante 9,4% em outubro. No mesmo
período do ano passado, o total era de 8,5%.
A
proporção das que se declaram muito endividadas também melhorou entre os meses
de outubro e novembro – com queda de 14,2% para 14,1%. Na comparação anual,
houve alta de 0,7 ponto percentual.
Entre
as famílias com conta ou dívida em atraso, o tempo médio foi de 63,3 dias. Já o
tempo médio de comprometimento com dívidas é de sete meses, sendo que 33,5%
possuem dívidas por mais de um ano. Além disso, 21,3% afirmaram ter mais da
metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.
O
cartão de crédito foi apontado por 77,2% das famílias como o principal tipo de
dívida, seguido de carnês (14,3%) e financiamento de carro (10,5%).
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