Em dezembro de 2016, o Ministério do Esporte passou a ser
responsável pela gestão das Arenas Cariocas 1 e 2, do Velódromo e do Centro
Olímpico de Tênis
O Parque
Olímpico da Barra, localizado no Rio de Janeiro, passa por uma fase de
transformação para se tornar um legado, acessível a todos. Esse é o novo
desafio do governo após a realização dos Jogos Rio 2016.
Em
dezembro de 2016, o Ministério do Esporte passou a ser responsável pela
gestão
das Arenas Cariocas 1 e 2, do Velódromo e do Centro Olímpico de Tênis. Já a prefeitura
do Rio de Janeiro ficou a cargo da desmontagem e remontagem do Estádio
Aquático, da Arena do Futuro – que será transformada em quatro escolas – e pela
Arena Carioca 3, que se tornará um ginásio experimental olímpico – uma escola
vocacionada para o esporte, com capacidade para mil alunos.
A
concessionária Rio Mais S.A., que fez uma parceria público privada com a
prefeitura, também tem atribuições específicas nas áreas comuns do parque, como
serviços de limpeza e segurança.
CALENDÁRIO
Desde que
assumiu a administração das instalações, o Ministério do Esporte tem trabalhado
na reconfiguração dos quatro equipamentos pelos quais ficou responsável,
transformando cada um deles do modo Jogos Olímpicos para o modo legado.
O
calendário de uso permanente desses equipamentos já está sendo construído junto
às confederações. O plano de uso para o modo legado incluirá treinamento e
eventos, tanto de alto rendimento como de base, sem falar em núcleos de
iniciação esportiva, inclusão, lazer e participação.
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