Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante café da manhã com Jornalistas
Imagem: Reprodução Planalto Notícias
Presidente participou de café-da-manhã com jornalistas da imprensa internacional
O presidente da
República, Jair Bolsonaro, disse nesta sexta-feira (19) que o governo
não vai criar novos impostos e não pretende retomar a cobrança da Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
Segundo
Bolsonaro, a intenção do governo é simplificar os tributos federais ao discutir
a reforma tributária. “Não criaremos nenhum novo imposto. A reforma que está
tramitando lá é a do parlamento, não é a nossa. Conforme explanado na última
reunião de ministros, queremos fazer uma reforma tributária e mexer com os
impostos federais, apenas”, disse o presidente ao participar de café da manhã
com jornalistas da imprensa internacional, no Palácio do Planalto.
E
completou: “A equipe econômica está convencida que é apenas tributos federais e
queremos simplificar os tributos federais e não criando nenhum novo imposto.
Você pode é fundir vários impostos e, logicamente, isso vai acontecer. E CPMF
de volta, não”.
Viagem à China
O
presidente Bolsonaro confirmou que fará uma visita à China, o que está previsto
para ocorrer neste segundo semestre, com o objetivo de aprofundar as relações
comerciais entre o Brasil e o país asiático. “Tenho certeza que nossa visita
será coberta de êxito para nossos dois países. Interessa sim aprofundar o que
for possível o nosso mercado”.
O
ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que também participou do café da
manhã, acrescentou que o Brasil tem o maior programa de concessões e
privatizações do mundo e está aberto a parcerias com a China em diversas áreas
como construção de ferrovias, portos, aeroportos e geração de energia.
“Estamos
abertos a todas as parcerias e quando o presidente for a China, vamos levar o
portfólio, o conjunto de áreas onde vamos oferecer parcerias concretas para a
China”, disse o ministro.
A China é o
maior parceiro comercial do Brasil no mundo desde 2009. Em 2018, segundo o
ministério da Economia, as trocas comerciais entre o Brasil e a China
movimentaram cerca de US$ 100 bilhões, com destaque para as exportações
brasileiras de matérias-primas básicas como minério de ferro e soja.
A China
também concentra um estoque de investimentos no Brasil, principalmente, em
distribuição de energia elétrica e no setor de óleo e gás natural com a
parceira junto à Petrobras para a exploração de petróleo do pré-sal no Campo de
Libra, que se localiza na Bacia de Santos.
Texto: Reprodução Assessoria Planalto
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