Quando a leitura se torna um hábito da sua
rotina, o contato com livros físicos e digitais tornam-se mais constantes, mas
lembre-se de que tudo que você lê, foi escrito por alguém. Alguém que as vezes,
você não dá a mínima importância e não faz nenhuma questão de saber um pouco
mais a respeito. Me refiro aqui, é claro, aos autores. Quantas vezes você já
leu uma obra e quando foi comentar com alguém, não lembrava do nome do autor?
Comumente, não atribuímos valor ou reconhecimento, a estas pessoas que
compartilham histórias que as vezes, revolucionam o nosso pensar. Dessa forma,
pretendo elencar e enaltecer neste texto, três autores que marcaram minha
trajetória de leitor.
O primeiro deles, é sem dúvidas, Paulo Freire.
Sua história de vida é fantástica e louvável, me instiga diariamente a lutar
por uma educação melhor, e que de fato, almejemos enquanto educadores, uma
educação mais libertadora e humanizadora. Uma educação onde o senso crítico
seja reconhecido como necessário para construção de um mundo mais justo, onde a
ética e a empatia sejam instigadas de forma constante. Paulo Freire nos mostra
que ser professor, não é sinônimo de ensinar somente, mas também de aprender
enquanto se ensina.
A próxima autora, contribuiu em grande escala,
para que eu pudesse explorar mais a minha imaginação, me refiro, é claro, a J.
K. Rowling, autora da série “Harry Potter”. Que mulher incrível, eu diria.
Quando li os livros de Harry Potter, acredito que tenha finalizado os setes
livros em menos de um mês, pois suas obras nos proporcionam emergir em um
universo que só quem leu, vai me entender. Aprendi um pouco com cada personagem
que ela criou, desde a sabedoria de Dumbledore, a ousadia de Harry, a
inteligência de Hermione, a humildade de Rony, a coragem de Snape e por aí vai.
Quem sabe eu ainda dê aulas em Hogwarts, por que não?
A última autora que gostaria de enaltecer, é
Agatha Chistie. Responsável por livros sensacionais de investigação policial.
Cada livro que leio, é uma mistura de sentimentos. Confesso que, apesar de a
autora me mostrar em quase todos os livros, que eu seria um péssimo detetive,
eu continuarei me apaixonando por suas obras. Já indiquei para tantas pessoas
alguns de seus livros, então, aproveite e anote, leiam “O assassinato no
Expresso do Oriente”, vulgo, um dos melhores livros que já li.
O texto não reflete a opinião do portal, sendo de responsabilidade do autor
Tags:
Coluna
