![]() |
| Psicólogas Amanda e Hanna Imagem: Divulgação |
O mês de Outubro ganha destaque com a campanha Outubro Rosa, um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama criado na década de 1990. O nome remete à cor do laço rosa, símbolo mundial da luta contra o câncer de mama e estimula a participação de toda a população
A campanha é realizada todos os anos desde então com o objetivo de compartilhar informações, estimular o autoexame para detecção precoce da doença, proporcionar maior acesso aos serviços de saúde, além de apoiar emocionalmente as pacientes e seus familiares.
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental, aumentando as chances de cura.
O Papel da Psicologia no câncer de mama
É muito importante manter o equilíbrio emocional, mesmo nos momentos mais difíceis. Após receber a notícia de que se tem um tipo de câncer, é normal que algum impacto emocional surja; a ajuda de um psicólogo nesse momento é importante, pois tudo o que ocorre em nosso corpo, pode afetar nosso estado emocional, e tudo que afeta nossas emoções, podem também afetar nosso corpo.
“Vale salientar, que além do peso do diagnóstico, a vivência do tratamento e os diversos sintomas, podem acarretar diversos sentimentos e pensamentos acerca da incerteza do futuro e da qualidade de vida. Contudo, as reações psicológicas expressas pela paciente que enfrenta o câncer de mama, frente ao adoecimento e tratamento são individuais, variando de pessoa para pessoa”, afirma a Psicóloga Hanna Hellena.
A partir do
diagnóstico, a paciente vê sua vida tomando outro rumo, pois a doença pode
gerar mudanças importantes na sua rotina diária, familiar, profissional e
social. Pode sentir-se com baixa autoestima, com perda do controle sobre sua
vida, sentir medo, raiva, culpa e até isolar-se.
“A Psicologia buscará prevenir e reduzir os sintomas emocionais causados pelo câncer e seu tratamento, auxiliando na busca de um novo significado em meio ao processo que está vivendo. Nesse sentido, a escuta e acolhimento se faz importante também para a família, pois esta também faz parte do processo terapêutico, onde o acompanhamento se faz importante para que esse familiar não adoeça”, conclui a Psicóloga Amanda Carolina.
Apesar de o setor de Psicologia do CRAS realizar um trabalho social de orientação e acompanhamento com as famílias em situação de vulnerabilidade, no mês de Outubro a instituição se dispõe para atender mulheres que estão passando por um momento delicado por conta do câncer de mama.
Hanna Hellena Lucavei Gechele
Psicóloga / Coordenadora do CRAS - CRP 08/18145
Amanda Carolina Bonato
Psicóloga – CRP 08/26371
CRAS – Centro de Referência de Assistência
Social
Rua Dom Pedro
II, 205. Inácio Martins - PR
Telefone: (42)
3667-1519
Texto: Divulgação
