| Alunos do Colégio Cívico-Militar Parigot de Souza Imagem: Divulgação |
Colégio Cívico-Militar Parigot de Souza
Segundo a Diretora do Colégio Estadual Cívico-Militar Parigot de Souza, Maria Luiza Martins Castro, as aulas retornaram 100% presenciais, seguindo a Resolução SESA N° 860/2021. "No Colégio Estadual Cívico Militar Parigot de Souza teve início dia 27/09, seguindo o protocolo de Biossegurança. No início tivemos poucas presenças dos alunos nas turmas. No turno da manhã funciona 15 turmas do 6° ao 3º ano do Ensino Médio e no turno da tarde possui 11 turmas do Ensino Fundamental, totalizando 774 matrículas. Frequentando de forma presencial atualmente contamos com 593 alunos com o termo de autorização assinados pelos seus responsáveis que aceitaram bem o retorno às aulas presenciais por perceberam o quanto foi difícil manter o foco e atenção dos filhos nos estudos durante às aulas remotas e híbridas. De forma remota temos aproximadamente 85 alunos com laudo médico por apresentarem comorbidades, estes realizam atividades impressas", conta a diretora.
"Com o retorno presencial a readaptação foi um pouco difícil, considerando que os alunos permaneceram através do Ensino Remoto um ano e meio em casa, no aconchego do seu lar e a adaptação também com relação aos horários das aulas que iniciam mais cedo, das 7horas às 12hpras e das 13horas às 18 horas, com o aumento de mais uma aula, que de cinco passou para seis aulas diárias. O grande desafio vencer a insegurança por causa do COVID 19", acrescenta Luiza.
De acordo com a diretora, no dia a dia escolar, a frequência dos alunos oscila muito. "Temos que considerar o clima chuvoso que atrapalha o andamento das aulas principalmente no turno da manhã, em que nossos estudantes grande parte residem no interior do município e utilizam transporte escolar e com fortes chuvas dificultam a frequência às aulas, ressalto que temos estudantes que saem de suas casas às 4h30min da manhã, para pegar o transporte escolar, para chegar até a sede do município", aponta Luiza. .
"Com a pandemia ficou comprovado a importância do professor, o ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo, é construção de conhecimento coletivo, é partilha de saberes, é convivência, socialização, interação. Ir à escola pessoalmente é a melhor forma de aprendizado de crianças, adolescentes e jovens", finaliza Maria Luiza.
Colégio Estadual Ondina Ogg
No Colégio Estadual Ondina Ogg, na semana do retorno, aproximadamente 50% dos alunos voltaram às aulas presenciais. "O decreto estabelece retorno 100% presencial, com todo protocolo de Biossegurança, mantendo distanciamento de um metro. Porém temos algumas dificuldades, alunos e familiares receosos, muitos casos de contágio na cidade, alunos que trabalham durante o dia e não conseguem assimilar com o transporte escolar, distância do colégio com o centro, insegurança, muitos não vacinados e desmotivados", conta o Diretor Diomedes Taborda, em relação ao ensino no recém criado Colégio Estadual Ondina Ogg.
Segundo o Diretor, as apostila estão sendo disponibilizadas apenas para alunos que apresentar laudo de comorbidade, os demais já estão recebendo falta.
Colégio Estadual do Campo Áurea Aparecida Lopes
"Voltamos com quase a totalidade dos alunos ao ensino presencial, exceto os casos amparados por atestado médico e os que não tem, por enquanto, o transporte escolar, sendo com esta situação, uma linha do período da tarde. Estamos seguindo os protocolos de segurança e empenhados em conseguir superar a defasagem na aprendizagem ocasionada durante o período de isolamento. Aos poucos tudo vai se normalizando, a vida social e o protagonismo, as relações de amizade e o companheirismo se dinamizam nas relações entre os alunos e profissionais do Colégio Áurea Lopes, resilientes e confiantes num próspero futuro", comenta a Diretora Silvia Capote.
Escola Estadual Arandu Miri
Levando em consideração ao número menor de alunos, a instituição de ensino localizada da Aldeia Indígena Rio D'Areia, já estava com as aulas 100% presenciais, mesmo antes da nova resolução da Secretaria de Estado da Educação.