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Reprodução Internet
Por: Silvane Gavronski
Diante do cenário exposto nestes
últimos dias e que se arrasta há quase dois anos, é notável a potencialidade e
a resistência do Coronavírus nesta pandemia, devido a explosão no número de
casos. Entre este viés de redução e aumento no número de casos, é possível
observar que sempre após datas comemorativas, onde se reúnem coletivamente as pessoas,
existe uma ampliação considerável dos casos reagentes, e na grande maioria dos
casos, o contágio acontece dentro dos domicílios, após celebrações em datas
festivas, ambientes estes considerados nossa “zona de conforto”, onde estamos à
vontade, compartilhamos objetos e afetos, dando a falsa impressão de segurança.
Com isso é necessário entendermos
que a pandemia não acabou, e esta longe de acabar, infelizmente, devido ao alto
poder exponencial do vírus em desenvolver sublinhagens, variações e mutações, e
que mesmo com o avanço da imunização das pessoas com a vacina contra o
Covid-19, e com a redução de danos e da gravidade dos casos, não podemos negar
ou negligenciar os riscos que corremos quando deixamos de seguir os protocolos
de segurança, tão falados desde o início da pandemia. Infelizmente a pandemia e
suas graves consequências ainda são realidade.
Mesmo imunizados com as doses de
vacina, não podemos deixar de seguir os protocolos de segurança: distanciamento
social, o uso de máscaras, lavagem das mãos e o uso de álcool 70%.
Vacine-se, use máscara, evite
aglomerações. Cuide-se! Em respeito aos que se foram, ao luto dos que ficaram e
a vida de quem teve a sorte de preservá-la.
Sabemos que é não é fácil para
nenhum de nós vivermos em confinamento, porém devemos preservar a nossa vida e
a do próximo. Então ao primeiro sinal ou sintoma descritos como Covid, deve-se
procurar uma unidade de saúde para realizar a testagem, manter o isolamento e
comunicar seus contatos para ficarem atentos à sintomatologia que poderá
acontecer até 10 dias após o contato com um caso positivo.
Não podemos vacilar, pois ainda
estamos em plena pandemia, lutando pela sobrevivência, brigando diariamente com
um vírus desconhecido e altamente perigoso.
Lembrar sempre que “Prevenir é
melhor que remediar”, como já dizia o velho ditado.
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