Mais
uma vez a parceria entre a Prefeitura de Guarapuava e a Unicentro rendeu bons
resultados para a sociedade. Durante a tarde desta sexta-feira (11), aconteceu
o lançamento do projeto Florescer. Realizado por uma equipe de acadêmicos do 4°
ano de jornalismo da Unicentro em parceria com a Secretaria de Política para as
Mulheres de Guarapuava, foram entrevistadas mulheres guarapuavanas que foram
vítimas de violência moral, patrimonial e física e, com o amparo da Secretaria,
conseguiram mudar de vida e dar um basta à violência de gênero.
O
prefeito Cesar Silvestri Filho parabenizou os acadêmicos pela iniciativa de
trazer luz ao tema da violência de gênero. “É em conjunto que vamos superar os
índices de feminícidio, para que enfim possamos ter uma sociedade mais justa
com as mulheres”, enaltece o prefeito, ressaltando que há três anos, quando foi
instituída a Secretaria de Políticas para as Mulheres, houve, em Guarapuava, o
marco objetivo e pioneiro para mudar um problema histórico da sociedade, que é
a violência contra a mulher.
“Com
o trabalho dos diversos profissionais colaboradores que trabalham na
Secretaria, conseguimos apoiar, proteger, valorizar e possibilitar às mulheres
sua emancipação financeira, através de cursos, que possibilitam a
profissionalização e a entrada no mercado de trabalho de muitas mulheres”,
aponta o prefeito Cesar Silvestri Filho. “O jornalismo é um instrumento de
transformação, este material vem somar às atividades que realizamos na
Secretaria de Política para as Mulheres de Guarapuava, pois vamos conseguir
disseminar para um vasto número de pessoas o trabalho que realizamos, de
acolhimento e de auxílio na mudança de muitas vidas”, disse a Vice-Prefeita e
Secretária de Política para as Mulheres de Guarapuava, Eva Schran.
A
partir dos relatos das quatro mulheres, que não tiveram os nomes divulgados por
questão de ética, foram criados spots de rádio, um livreto e um audiovisual.
“Hoje eu já não choro mais”, comentou uma das mulheres que fez parte do vídeo,
“precisamos ter força de assumir que vivemos em uma situação de violência e ir
atrás de ajuda”, elucidou outra mulher, das quatro que foram entrevistadas.
Para a acadêmica Nádia Moccelin, a luta por mudanças reais não pode parar. “É
uma necessidade social problematizar a violência contra a mulher. Foi de
extrema importância para nossa formação profissional encarar esta questão que
ainda está presente na sociedade e infelizmente na vida de muitas mulheres”,
declara.
No
próximo dia 23, o trabalho será apresentado na Câmara Técnica, para a Rede
Estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. Participaram também do
evento o Reitor da Unicentro, Aldo Bona, o diretor do Campus Santa Cruz, Ademir
Ribas, representante da deputada Cristina Silvestri, Viviane Ribas,
representante do deputado federal Aliel Machado, Lisandro Vieira, estudantes,
assistentes sociais, psicólogos, jornalistas.
Informações e imagem
Prefeitura de Guarapuava
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