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Consulta pública aprova modelo cívico-militar no Colégio Parigot de Souza

  

Imagem Ilustrativa
Divulgação
A consulta foi realizada com os pais, responsáveis e com profissionais que atuam na instituição de ensino 

Na quarta-feira (28) e quinta-feira (29), o Núcleo Regional de Educação, realizou no Colégio Estadual Parigot de Souza, em Inácio Martins, uma consulta pública, com os país e responsáveis pelos alunos que estudam na instituição e com profissionais que trabalham no colégio, para definir se o Parigot passaria ou não ser uma instituição de ensino cívico-militar.

A votação que proporcionou campanhas favoráveis e contra, tanto nas redes sociais, como também entre os moradores de Inácio Martins, resultou na aprovação para que a instituição passe a ser cívico-militar. 

"O enceramento da consulta no nosso colégio ficou assim definido: 328 (Sim) e 234 (Não)", contou o diretor Diomedes Taborda. 

Para que a implementação seja efetivada, é preciso que mais de 50% das pessoas aptas a votar na escola participem da consulta e que a maioria simples dos votantes (50% e mais um voto) seja favorável ao programa — o maior do país na área, com investimento de cerca de R$ 80 milhões, direcionado a 129 mil alunos. Nos colégios onde a migração for aprovada, haverá implementação da modalidade cívico-militar em 2021.

As escolas contarão com aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, permitindo aos estudantes que aprendam sobre leis, Constituição Federal, papel dos três poderes, ética, respeito e cidadania. No Ensino Médio, haverá, ainda, a adição da disciplina de Educação Financeira.

Além de questões curriculares, outra mudança trazida pela nova modalidade de ensino — que será aplicada em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio — é a gestão compartilhada entre civis e militares.

O diretor-geral e o diretor-auxiliar permanecem sendo civis e as aulas continuam sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto o diretor cívico-militar será responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá, também, de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola.

Texto: Da redação, com assessoria 

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