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| Parte do material apreendido pela Polícia Ambiental Imagem: Divulgação |
Nos dias 19, 21 e 22 de agosto de 2023, a 4ª Companhia da ROTAM da Polícia Ambiental, com sede no Município de Guarapuava, com objetivo de preservar o meio ambiente e garantir a responsabilização por danos ambientais, realizou na comunidade rural de São Domingos, zona rural do município de Inácio Martins, uma apreensão de serra móvel de 28 Hp, avaliada em R$ 40 mil reais, 10,506 metros cúbicos de madeira de Imbuia serradas e 7,533 m. cúbicos de toras madeira. Além de realizar notificações pelos crimes ambientais cometidos, de danificar floresta nativa em estágio avançado, totalizando 9,23 hectares de área afetada, ter depósito de madeira nativa sem autorização e instalar atividade poluidora, como a operação da serra móvel.
“Durante uma diligência na região, nossa equipe identificou um dano preocupante na vegetação, às margens de uma estrada municipal. Não hesitamos em agir, realizamos uma abordagem minuciosa e constatamos cortes de araucária e pilhas de madeiras serradas de imbuia e araucária no local. A presença de vestígios indicava que veículos e máquinas haviam operado ali recentemente”, conta a Polícia Ambiental.
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| Seraria móvel apreendida pela Polícia Ambiental Imagem: Divulgação |
Segundo a Polícia Ambiental, após ser identificado o crime ambiental, a situação foi investigada mais minuciosamente. “Determinados a investigar a situação, nossa equipe retornou à estrada principal e se dirigiu a uma residência próxima, que aparentava ser a sede da área em questão. No local, nos deparamos com mais madeiras serradas e uma serra móvel de grande potência, indicando sua utilização frequente. Enquanto aguardávamos os responsáveis, a noite caiu, e, em razão disso, solicitamos apoio de outra equipe e apreendemos a serra móvel. No dia 21 de agosto, retomamos ao local e conseguimos identificar o responsável, que nos acompanhou na avaliação do volume das madeiras apreendidas e no levantamento dos danos causados à vegetação. Com base nas evidências, elaboramos um Boletim de Ocorrência que detalha os crimes ambientais cometidos. Além disso, tomamos medidas para notificar o Ministério Público sobre a situação e encaminhar toda a documentação à Delegacia de Polícia Civil da região para a instauração de um inquérito, bem como ao IAT (Instituto Água e Terra)”, finaliza a Polícia Ambiental.

